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ESTRESSE E ALERGIA ALIMENTAR

O aumento do estresse físico, mental e/ou emocional, leva a um aumento da liberação de substancias no organismo relacionadas ao estresse (catecolaminas).

Esses hormônios relacionados ao estresse, podem se ligar às células de defesa, alterando nossa imunidade, e também podem provocar uma alteração da mucosa intestinal, condição esta chamada de Disbiose Intestinal, que uma vez instalada, requer uma quantidade muito alta de vitaminas (C, B5 e B6), além de minerais, principalmente do magnésio, o que acaba por provocar uma carência desses importantes nutrientes para o sistema imunológico e para o sistema nervoso central.

Em geral, o estresse não é a causa de um processo alérgico, porém, favorece sua instalação, por perda de defesa e função.

Fatores que favorecem as manifestações das Hipersensibilidades Alimentares

1- Alterações na integridade do trato gastrointestinal, que podem ser causa e também consequência de alergias alimentares e/ou químicas, iniciando um ciclo vicioso;

2- Consumo constante de carboidratos refinados (pães, bolos, bolachas...), e de aditivos químicos;

3- Consumo constante de cafeína, álcool ou açúcar;

4- Deficiência de enzimas digestivas (por exemplo: lactase), hipocloridria ou acloridria;

5- Alérgenos alimentares (Individual);

6- Infecções por parasitas, bactérias, fungos e leveduras;

7- Alta quantidade de espécies reativas de oxigênio (ROS);

8- Carências nutricionais (folato, zinco, vitamina A, E, B12, B6, B5, D, l-Glutamina, magnésio e outros);

9- Drogas como anti-inflamatórios não-esteroidais, corticosteroides, anticoncepcionais, antibióticos, laxantes e quimioterápicos;

10- Hipersensibilidade ao glúten;

11- Disbiose intestinal (a microbiota intestinal saudável é um dos principais determinantes do equilíbrio do sistema imunológico;

12- A falta da ingestão mínima recomendada pela OMS de legumes, verduras e frutas (400g/dia), assim como de cereais integrais e leguminosas, que são fundamentais para disponibilizar as fibras prebióticas necessárias para a fermentação e desenvolvimento das bactérias probióticas.

Alérgenos e Sistema Imunológico

O processo alérgico causado pelo consumo de alimentos potencialmente alergênicos pode desencadear condições patológicas crônicas como: otite, amidalite, bronquite, rinite, sinusite, esofagite de refluxo, gastrite, colite, cistite, celulite, enxaqueca, olheiras, dores musculares e articulares, ansiedade, irritabilidade, alterações de humor, agitação, distúrbios de concentração, distúrbios de aprendizagem, depressão, compulsividade e resistência à insulina.

Pode haver também manifestações dermatológicas, por exemplo, as dermatites, eczemas, urticárias, e até, mesmo pele ressecada do corpo, e oleosidade de rosto e couro cabeludo.

Os principais alimentos alergênicos são os que possuem proteínas de difícil digestão, desencadeando inúmeros desequilíbrios no organismo até mesmo um processo inflamatório crônico.

Em geral, leite de vaca, de cabra, soja, trigo (glúten), ovo (principalmente a clara), amendoim, oleaginosas, peixes, frutos do mar, milho e frutas cítricas são os desencadeantes mais comuns de manifestações alérgicas. Porém, considerando a individualidade bioquímica, as hipersensibilidades alimentares podem acontecer com qualquer alimento.

Dependendo da predisposição genética, da monotonia alimentar, da capacidade de destoxificação e da capacidade funcional do trato gastrointestinal, o indivíduo pode ou não expressar as hipersensibilidades alimentares. Portanto, a adequação dos lactobacilos intestinais, e o consumo adequado de fibras prebióticas, minerais vitaminas e ômega- 3, são de fundamental importância para a modulação do sistema imunológico.

É importante lembrar que a correção dos hábitos alimentares é a base para uma real mudança de causa, e a suplementação nutricional é fundamental em várias situações para quebrar o ciclo vicioso, tratar os distúrbios existentes e prevenir os próximos, promovendo a saúde integral.

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