Tel: (67) 3025-2325 Celular: (67) 99911-8883 R. Antonio Maria Coelho, 3277 - Jd. dos Estados

OMBRO DOLOROSO

SÍNDROME DO IMPACTO

Definição: síndrome dolorosa do ombro de natureza microtraumática e degenerativa, acompanhada ou não pela perda de forças e caracterizada por tendinite do manguito rotador, podendo haver rotura parcial ou total de um ou mais tendões, dependendo da fase clínica da doença

Tendão do músculo supra-espinhal é o local de início da patologia                   Epidemiologia: etiologia traumática (50%) e degenerativa (42%)

Surge com maior freqüência a partir 40 - 50 anos: de acordo com esportes e profissão

 

BURSITE SUBACROMIAL

 

Considerada a maior bursa do organismo; seu processo inflamatório costuma acompanhar tendinite dos rotadores (supra-espinhal)

Situada entre cabeça umeral, tendão supra-espinhal e acrômio

Quadro clínico: dor intensa, impedindo qualquer movimento

Palpação bursa extremamente dolorosa (superficial na extremidade acromial)

Tratamento: repouso ombro, gelo local ou as vezes calor local, analgésicos, AINH’s, corticóides depósito ou intralesional associado à lidocaína

 

TENDINITE CALCÁREA

 

Polimorfismo clínico: mulheres 30-40 anos, assintomática ou crises álgicas

Polimorfismo radiológico: calcificação tendinosa e tendinite calcificante (infiltração cálcica tendão)

Polimorfismo evolutivo

Tratamento: resposta global 80% ao tratamento conservador

- crioterapia e repouso tipóia, US e TENS, além AINH’s

Tratamento cirúrgico: vários episódios agudização em 1 ou mais anos, ou dor importante com limitação função após 3-6 meses tto clínico

 

CAPSULITE ADESIVA

 

Definição: síndrome caracterizada por dor e restrição ativa e passiva das ADM’s glenoumerais nas 3 posições fundamentais

Fase I: curva ascendente 3-4 meses com dor intensa e constante + diminuição dos movimentos

Fase II: evolução 7-10 meses, com dor noturna, à mobilização forçada ou aos movimentos reflexos, persistindo rigidez

Fase III: descongelamento, com pouca dor e recuperação em 12-24 meses

 

PATOLOGIAS DO TENDÃO BÍCEPS:

 

-Tendinites: com e sem rotura manguito rotador (lesão progressiva ligamento coracoumeral)

-Sedes de lesão: zona de inserção lábio superior (arremessador), intra-articulares (entrada sulco intertubercular - osteófito), dentro do sulco (inflamatórias ou AR)

-Luxações cabeça longa bíceps: freqüência controversa, associadas ou não à rotura manguito, difícil diagnóstico clínico e devem ser investigadas nas cirurgias ombro

-Rotura tendão bíceps: formação bolo muscular, perda força fase aguda (braquial anterior e supinador longo)

 

ALTERAÇÕES DEGENERATIVAS (ARTROSE)

 

Osteoartrite glenoumeral: pinçamento espaço articular, esclerose subcondral, osteófitos marginais e alterações císticas osso subcondral

Distensão cápsula pelo aumento do diâmetro cabeça umeral e líquido sinovial, corpos livres osteocondrais e hipertrofia bolsa subescapular. Associação com rotura manguito em apenas 5%

Artrose acromioclavicular: microtraumatismos ou por luxações/subluxações. Dor inicia com intensificação esforços, localizada ou irradiada para deltóide ou trapézio. Reprodução da dor durante adução horizontal forçada. Rx com características comuns 

 

 

 

 Autor: Dr. Alex Magno Coelho Horimoto

 

Reumatologista / MS

 

Atenção: as informações contidas neste site têm caráter informativo e não devem ser utilizadas para realizar auto-diagnóstico, auto-tratamento ou auto-medicação. Em caso de dúvidas, o médico deverá ser consultado.

Quero mais informações

Quero receber o retorno por: